Alergia respiratória: conheça os sintomas e tratamentos

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on pinterest
Share on whatsapp
Share on email

A alergia respiratória é uma reação do organismo a uma substância externa. Ela acontece quando há uma hipersensibilidade do sistema imune a outras substâncias que podem entrar em contato com o organismo, como pólen, pó ou até mesmo o pelo de animais. Em situações mais graves, essas alergias podem resultar em algumas doenças, como rinite, sinusite e asma.

Entre os sintomas mais comuns da alergia respiratória estão tosse seca e irritativa, espirros seguidos e olhos vermelhos. Quem sofre com alergias respiratórias pode experimentar períodos bastante desconfortáveis e debilitantes, principalmente nos períodos mais secos do ano.

Para fazer um tratamento das alergias, é importante que a pessoa procure um alergologista – profissional da área da saúde devidamente capacitado a identificar a causa do problema. A partir da descoberta de qual é o item que pode causar a reação alérgica, o paciente poderá evitar o contato ou até mesmo se preparar para entrar em contato com ele, considerando a gravidade dos sintomas.

Saiba mais sobre a alergia respiratória e como evitá-la ou amenizar os seus sintomas.

Como reconhecer uma alergia respiratória?

A alergia respiratória pode ser facilmente identificada a partir de alguns sintomas. Os principais são espirros seguidos, tosse seca e irritativa, olhos vermelhos e lacrimejantes, ruído no peito, nariz com coriza e até mesmo dificuldade para respirar em situações mais graves.

É importante ressaltar, no entanto, que esses sintomas também podem ser notados em doenças causadas por vírus, como a gripe ou o resfriado, por exemplo. A diferença principal entre as alergias e essas outras doenças é o período e a frequência com que esses sintomas podem aparecer.

Enquanto as alergias podem acompanhar uma pessoa por toda a sua vida, sempre que ela for exposta ao agente alérgeno, a gripe e o resfriado costumam durar de uma a duas semanas. Porém, essas doenças podem estar ligadas, pois, uma vez que há uma fragilidade no sistema imunológico do paciente, torna-se mais comum que ele desenvolva um outro problema.

Para garantir que o tratamento seja adequado e que o indivíduo tenha a oportunidade de seguir alguns cuidados preventivos, é necessário o acompanhamento de um médico – preferencialmente, um especialista na área de alergia. Alguns exames podem ser feitos, a fim de identificar quais são os agentes alergênicos, tornando mais fácil evitar entrar em contato com eles, sempre que possível.

Principais causas das alergias respiratórias

Existem muitas causas para as alergias respiratórias – e, muitas delas, estão frequentemente no ambiente em que as pessoas vivem. Afinal, essa alergia é causada por fatores que possam provocar a irritação na mucosa nasal e, a partir disso, gerar uma resposta do sistema imunológico. É assim que os sintomas de alergia começam a aparecer, caracterizando o quadro clínico.

Entre os principais fatores que levam às alergias respiratórias está a presença dos ácaros, que costumam se acumular em cobertores, cortinas, tapetes e na poeira em geral. Existem cerca de 55 mil espécies de ácaros que ocupam diferentes habitats. Por se alimentarem de material orgânico, como as células humanas mortas, é comum que eles estejam em superfícies com acúmulo desses materiais.

Outro fator muito comum para o aparecimento de alergias é o pólen de plantas e árvores, fazendo com que muitas pessoas tenham crises de alergia respiratória ainda mais intensas durante o período de floração, como a primavera, por exemplo.

Nas grandes cidades, as alergias também podem ser causadas pelos altos níveis de poluição. Assim como outras doenças causadas pela poluição, nestes casos, o clima seco ou a falta de chuvas pode tornar ainda mais frequente o aparecimento desses sintomas típicos da alergia.

Pessoas que trabalham em locais de muita poeira e sem a utilização dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), assim como quem mora em locais de muita umidade e com pouca ventilação, também costumam ter uma probabilidade maior de apresentar alergias respiratórias.

Pelos de animais, fumaça e até mesmo a hereditariedade também se apresentam como fatores de risco para o desenvolvimento de alergias.

Fatores que agravam as alergias respiratórias

Além da exposição direta aos agentes alergênicos, alguns outros fatores podem aumentar os riscos das alergias respiratórias se tornarem mais intensas ou até mesmo se desenvolverem para outras doenças, como asma, bronquite, pneumonia ou sinusite.

O consumo de bebidas alcoólicas e de cigarros, por exemplo, pode desencadear quadros mais severos de rinite e asma. Algumas pesquisas apontam que as crises de alergias respiratórias podem ser mais intensas após o consumo de álcool, fazendo com que o consumo dessas bebidas não seja incentivado para quem já tem uma predisposição. Segundo especialistas, o problema do álcool está em relação ao enfraquecimento do sistema imunológico e à possível desidratação ao ser consumido em excesso. 

O estresse também pode prejudicar o sistema imunológico, causando uma vulnerabilidade maior para as alergias. Com a imunidade enfraquecida, o organismo poderá reconhecer qualquer substância invasora como um provável perigo, desencadeando os sintomas desconfortáveis já citados.

Veja abaixo outros fatores que também costumam representar um perigo maior para quem possui ou tem predisposição a alergias respiratórias.

Mudanças climáticas

As mudanças climáticas podem trazer diversos riscos para a saúde e o bem-estar das pessoas. Os problemas respiratórios, em geral, se tornam mais frequentes com as mudanças no regime das chuvas e da umidade relativa do ar. Com o acúmulo de poluição na atmosfera, que antes era minimizado pelas chuvas, pode se tornar cada vez mais difícil para quem já apresenta as alergias respiratórias.

Infecção de vias aéreas superiores principalmente desencadeadas por vírus

As doenças causadas por vírus também podem agravar os casos de alergias respiratórias. As infecções virais, como gripes, resfriados ou até mesmo casos mais graves, como pneumonia, podem prejudicar a saúde das vias aéreas, deixando-as mais vulneráveis. Com a união desses problemas respiratórios, a pessoa pode sentir muita dificuldade para respirar, podendo ser necessária a procura por tratamento médico especializado e intensivo.

Produtos com cheiros fortes devem ser evitados 

A limpeza constante dos ambientes, principalmente em tecidos e superfícies que as pessoas têm mais contato, é um aspecto importante para prevenir as alergias respiratórias. No entanto, a utilização de alguns produtos pode trazer alguns problemas para as pessoas que já sofrem com esses problemas. O cheiro forte ou as fragrâncias mais intensas podem provocar as crises de alergia.

O mesmo se aplica para os produtos de higiene pessoal. Quem sofre com essas alergias deve buscar produtos com fragrâncias mais suaves e jamais exagerar na utilização desses itens.

Tratamentos mais comuns das alergias respiratórias

As alergias respiratórias podem acompanhar uma pessoa durante toda a sua vida. Por isso, a melhor maneira de lidar com esses problemas é a prevenção e a atenuação dos sintomas.

É importante evitar se expor aos agentes alérgenos, seja com a limpeza frequente dos ambientes, com a utilização de equipamentos para melhorar a qualidade do ar (como purificadores de ar) e manter distância de animais domésticos com pelos ou penas.

Durante as crises de alergia, o tratamento pode incluir o uso de alguns medicamentos anti-histamínicos ou corticoides, principalmente para aliviar os sintomas mais comuns das alergias respiratórias. No entanto, eles devem ser prescritos por um profissional qualificado, pois algumas pessoas podem não se adaptar a algumas dessas substâncias, e a sobreposição de alergias pode agravar ainda mais o quadro clínico.

Como controlar as alergias respiratórias

Para evitar ou controlar as alergias respiratórias, é muito importante cuidar da higiene, tanto a pessoal, quanto dos ambientes em que a pessoa vive. Além disso, se a alergia for causada por pelos de animais ou pólen, é necessário manter os animais de estimação e as plantas afastadas de superfícies que podem acumular esses materiais, como camas, sofás, entre outras.

Também é recomendado por médicos e especialistas que as pessoas tomem bastante água e se mantenham hidratadas sempre, principalmente quando o clima está mais seco. A hidratação dificulta a entrada de agentes alérgenos no sistema respiratório, pois mantém os cílios do nariz ativos contra essas sujidades.

Veja abaixo algumas dicas para prevenir as crises de alergias respiratórias que podem ser aplicadas dentro da sua casa ou ambiente de trabalho.

Utilize um purificador de ar

O uso do purificador de ar ajuda a eliminar os agentes alérgenos que possam estar no ambiente. De ácaros a partículas de poeira, esses agentes podem ser microscópicos, permanecendo no ar durante bastante tempo. Ao utilizar o purificador de ar, essas sujidades são retidas e impedidas de entrar em contato com as pessoas que ali vivem.

Ventilar diariamente os cômodos da casa

Também é recomendado manter as janelas da casa abertas durante uma boa parte do dia. A ventilação natural ajuda a eliminar vírus e ácaros que estejam no ambiente, além de evitar fungos e umidade, que torna a condição ideal para a proliferação desses agentes alergênicos.

Já pensou respirar melhor e ter uma sensação de bem estar dentro de ambientes fechados?

Livre-se dos vírus, bactérias e mofos presentes no ar. Tenha o ar puro que sua família merece!
Oferta

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *