Existe alergia sazonal? Como prevenir que meu filho desenvolva alergias respiratórias?

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A rinite alérgica sazonal é mais comum na primavera, mas muitas pessoas sofrem ainda mais no outono e no inverno. Você sabe por que isso acontece?

Você já reparou que algumas pessoas apresentam mais sintomas de alergia em determinadas épocas do ano? Para algumas delas, a primavera representa um período de muitas crises de rinite, enquanto para outras isso acontece mais no outono e no inverno.

Isso acontece porque a rinite alérgica pode ser perene, que é aquela que ocorre durante todo o ano, ou sazonal, quando se manifesta em determinada estação, conforme veremos a seguir.

Rinite alérgica sazonal: quando a primavera traz sintomas de alergia

Quando se fala em rinite alérgica sazonal, estamos nos referindo principalmente à sensibilização do sistema imunológico devido à exposição a diferentes tipos de pólen, minúsculos grãos produzidos pelas plantas com fins de reprodução.

Por serem muito leves, esses grãos são carregados pelo vento e acabam adentrando nossas vias respiratórias, despertando sintomas de alergia nas pessoas que apresentam hipersensibilidade a esse elemento – também conhecida como “febre do feno”.

Cada espécie de planta produz um tipo diferente de pólen, e nem todos eles representam ameaças para a mesma pessoa. Porém, como a maioria das plantas entra na polinização durante a primavera, é nessa estação que as pessoas com rinite sazonal mais sofrem.

Apesar disso, a rinite sazonal também pode acontecer no verão ou no outono, pois algumas espécies liberam seus pólens durante essas estações – e, consequentemente, quem é alérgico a esses grãos específicos vai sofrer mais durante esses períodos.

No Brasil, a rinite causada pelo pólen é mais comum na Região Sul, onde as estações do ano são mais bem definidas e há o cultivo de plantas alergênicas, como a Lolium multiflorum ou azevém (uma gramínea utilizada na alimentação do gado).

conceito de alergia

Sintomas de rinite alérgica sazonal

Os sintomas da rinite sazonal não são diferentes daqueles apresentados na rinite alérgica perene, incluindo principalmente coriza, coceira no nariz, nos olhos, no céu da boca e na garganta, espirros, olhos lacrimejantes e avermelhados, obstrução nasal e tosse.

Porém, a rinite sazonal costuma irritar ainda mais os olhos, especificamente a parte branca (conjuntiva), levando a uma conjuntivite alérgica. Nesse caso, os olhos ficam ainda mais vermelhos e inchados, o prurido é mais intenso e as pálpebras podem ficar enrugadas.

Rinite alérgica no outono e no inverno

Apesar da rinite alérgica sazonal “clássica” acontecer com mais frequência na primavera e estar relacionada com os pólens, muitas pessoas relatam que seus sintomas de alergia se agravam durante as estações mais frias do ano.

Nesse caso, o mais provável é que os culpados não sejam os pólens, mas sim as condições climáticas (como mudanças bruscas de temperatura, queda na umidade do ar e ventos) e a maior circulação dos ácaros e fungos, os maiores responsáveis pelas alergias respiratórias.

Embora essas criaturas se desenvolvam melhor quando as temperaturas e a umidade do ar estão mais altas, acabamos mais expostos a elas no outono e no inverno devido aos nossos hábitos durante essas estações.

Roupas de frio e cobertores que ficaram muito tempo guardados, por exemplo, acumulam ácaros e fungos. Mesmo que a pessoa alérgica não use esses objetos sem a higienização devida, certamente haverá outras pessoas que farão isso, espalhando alérgenos pelo ar.

Além disso, o costume de manter os ambientes fechados para nos proteger do frio prejudica a ventilação e propicia o surgimento da umidade, especialmente no banheiro, contribuindo para o desenvolvimento do bolor (fungos).

Confira aqui: Outono e inverno: época de alergias respiratórias!

Como prevenir que seu filho desenvolva alergias respiratórias

Existe um forte componente genético no desenvolvimento das alergias, o que significa que o filho de pai e/ou mãe alérgicos tem mais chances de ter esse problema, mesmo que com alérgenos diferentes. Apesar disso, nenhuma criança já nasce alérgica.

Para que uma alergia se desenvolva, é preciso que uma pessoa que já tenha uma predisposição genética a apresentar hipersensibilidade a determinada partícula (ácaros, fungos, pólen etc.) entre em contato com ela pelo menos duas vezes.

No primeiro contato, o sistema imunológico vai entender a partícula como uma ameaça e produzir anticorpos contra ela, criando uma “memória”.

No segundo contato com essa mesma partícula, os anticorpos vão atacá-la, desencadeando uma série de reações imunológicas que levam aos sintomas de alergia, que variam conforme o local atingido. Confira em detalhes como as alergias respiratórias se desenvolvem!

Dessa forma, é praticamente impossível prevenir que seu filho desenvolva uma alergia, pois, em geral, não se conhecem todas as predisposições genéticas a apresentar a hipersensibilidade e não há como evitar completamente o contato com todos os alérgenos.

Por exemplo, para impedir o desenvolvimento de uma rinite alérgica sazonal causada pelo pólen de determinadas plantas, a criança precisaria viver totalmente isolada durante o período de polinização, sem ir à escola nem ter contato com o meio externo por meses.

Além disso, mesmo um número reduzido de grãos de pólen, carregados pela roupa de um familiar, já seria suficiente para causar uma alergia.

Isso também acontece com os ácaros, pois se calcula que um grama de poeira domiciliar tenha cerca de 40 mil unidades dessas criaturas – sendo que uma concentração de 100 ácaros/grama já é suficiente para que a alergia se desenvolva.

Veja também: Qual a diferença entre asma e bronquite – Entenda os sintomas!

sintomas de alergia mulher assoando o nariz

Nem tudo está perdido! Saiba como evitar as crises alérgicas

Embora não seja possível evitar que seu filho desenvolva uma alergia, é possível prevenir que ele tenha novas crises. No caso das alergias respiratórias, isso é feito principalmente pelo controle ambiental visando reduzir o número de alérgenos de casa.

Além da limpeza e da organização, que devem seguir medidas especiais como explicamos neste artigo, um cuidado muito eficiente na prevenção das alergias é o uso de um purificador de ar capaz de eliminar ácaros, fungos, bactérias, odores e outros alérgenos.

Nesse caso, a melhor saída é contar com um modelo que não consuma muita energia e possa ficar ligado o tempo todo, como o purificador de ar Sterilar. Assim, mesmo que os alérgenos tenham acesso ao interior da casa, eles serão eliminados pelo aparelho.

Você já sabia da importância do purificador de ar para prevenir as alergias sazonais e perenes? Como você lida com esse problema? Conte para a gente nos comentários!

Já pensou respirar melhor e ter uma sensação de bem estar dentro de ambientes fechados?

Livre-se dos vírus, bactérias e mofos presentes no ar. Tenha o ar puro que sua família merece!
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